O Mundo das Ideias Corporativas

Gestao, Marketing, Tecnologia, Web 2.0 e Redes Sociais

A GESTÃO DO FUTURO – PARTE 1 – O TEMPO

Em tempos de megalópoles abarrotadas de pessoas, é conveniente a reflexão sobre o uso o tempo empregado para o trabalho. Mas não somente o tempo gasto trabalhando, mas sim, o tempo empregado também no deslocamento até o trabalho.

Quanto tempo gastamos com locomoção até os locais de trabalho? Se a resposta for: De 1 a 2 horas, dependendo do trânsito; minha opinião sobre isto é: Que absurdo! E se chove? Daí piora de vez.

Desde que o sistema métrico de tempo fora oficializado como um dia contendo 24horas, nem um minuto, tão pouco uma hora a mais, se aumentou desde então. Ainda assim precisamos de mais horas para finalizar nossas tarefas diárias no trabalho. E olha que estou me referindo somente ao tempo empregado no trabalho, não citei a vida social com os amigos, a arrumação da casa, o passeio com o cachorro… Não raro vejo em redes sociais amigos meus escrevendo “Ah, como queria que meu dia tivesse 48 horas...”. Há comunidades com vários membros discutindo sobre esse tema!

Esse tempo que desperdiçamos na locomoção para o trabalho, tem um custo oneroso. O stress é somente um dos fatores. Resulta daí também a desmotivação para o trabalho, o baixo rendimento e a falta de paciência com o chefe. Há que se contar o efeito negativo para o meio ambiente, com as emissões de CO2 provindas dos veículos parados no trânsito.

Nosso modo de trabalho atual é conseqüência do nosso passado, onde os meios de produção eram caros e escassos, de modo que era preciso levar as pessoas até eles. Constituíram-se as cidades para abastecer as oficinas, depois as fábricas, de trabalhadores. Com o passar do tempo, os processos de automatização das máquinas e tecnologia diminuíram a quantidade de mão-de-obra empregada. Hoje em dia, esse contingente de pessoas migrou para o setor de serviços, que hoje representa 85% do emprego de mão-de-obra.

A tecnologia opera diretamente em todos os segmentos onde a mão-de-obra é empregada.  No setor de serviços é de forma intensiva. Assim sendo, para este setor, a tecnologia será um agente de mudança tanto no modus operandi, quanto no modus vivendi de todos os agentes envolvidos nesta indústria.

Acompanharemos no próximo artigo.

————————————————————————————————————————————————————-

Esta série de artigos é baseada em entrevista dada por SILVIO MEIRA à revista HSM Management de Março/Abril 2010. Silvio Meira é professor da Universidade Federal de Pernambuco, fundador do C.E.S.A.R., centro de pesquisas que é referencia internacional de TI, e do também recifense PORTO DIGITAL, considerado o Vale do Silício brasileiro.
Anúncios

13/04/2010 - Posted by | Gestão, Ideias Corporativas | , , , , , ,

Ainda sem comentários.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: